O artigo “Museu do Estado da Bahia: entre ideais e realidades (1918-1959)” revê a trajetória dessa instituição do momento de sua criação até a sua consolidação para identificar os processos de musealização relacionados à personalidade de gestores e de suas expectativas diante das articulações políticas e sociais, e as das instâncias governamentais gerando conflitos e alterações em seu modo de funcionamento. Mais do que antecedente do Museu de Arte da Bahia(MAB), a trajetória desse museu elucida diferentes visões de patrimônio que foram se alterando afinadas aos sucessivos “regimes de historicidade”, aceitando-se a proposta analítica do historiador François Hartog. Para situar as transformações porque passou o Museu do Estado da Bahia, foi utilizado o conceito de “ideal de instituição” ou “ideal de funcionamento” cunhado por Maria Margaret Lopes. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-47142011000100007&script=sci_arttext.
O Grupo de Pesquisa Observatório da Museologia Baiana (Departamento de Museologia / FFCH/UFBA/CNPq) pesquisa a trajetória de museus e outras instituições culturais na Bahia, a relação da Museologia e manifestações de memórias identitárias afro-brasileiras e os vínculos da Museologia com a Ciência da Informação, abordagens constituídas nas três linhas de pesquisa em atuação (História da Museologia Baiana; Museologia e Memória Afro-Brasileira e Museutermo).
Departamento de Museologia
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Lideres:
Profa. Dra. Suely Moraes Ceravolo
Prof. Dr. Marcelo Nascimento Cunha
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Museu do Estado da Bahia
O artigo “Museu do Estado da Bahia: entre ideais e realidades (1918-1959)” revê a trajetória dessa instituição do momento de sua criação até a sua consolidação para identificar os processos de musealização relacionados à personalidade de gestores e de suas expectativas diante das articulações políticas e sociais, e as das instâncias governamentais gerando conflitos e alterações em seu modo de funcionamento. Mais do que antecedente do Museu de Arte da Bahia(MAB), a trajetória desse museu elucida diferentes visões de patrimônio que foram se alterando afinadas aos sucessivos “regimes de historicidade”, aceitando-se a proposta analítica do historiador François Hartog. Para situar as transformações porque passou o Museu do Estado da Bahia, foi utilizado o conceito de “ideal de instituição” ou “ideal de funcionamento” cunhado por Maria Margaret Lopes. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-47142011000100007&script=sci_arttext.
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